15 de Junho de2024


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CAPA Quarta-feira, 03 de Junho de 2020, 15:09 - A | A

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AJUDA FINANCEIRA

Recursos do Auxílio Emergencial ainda não foram repassados aos municípios

A previsão é que Campo Verde receba a primeira parcela dos R$ 12,1 milhões a partir do próximo dia 15

ASSESSORIA DE IMPRENSA

O prefeito Fábio Schroeter informou na manhã desta terça-feira (2) que Campo Verde, assim como os demais estados e municípios brasileiros, ainda não recebeu os recursos do Auxílio Emergencial sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro no último dia 27 de maio.

A previsão, de acordo com o prefeito, é que a primeira das quatro parcelas dos R$ 12,1 milhões que Campo Verde deve receber seja liberada a partir do dia 15 de junho.

De acordo com o prefeito, do valor total a ser recebido, R$ 600 mil serão direcionados especificamente a ações nas áreas de Saúde e Assistência Social do Município. O restante, no valor de R$ 11,5 milhões, poderá será direcionado aos outros setores da administração. “O uso é livre, a Prefeitura define onde que ela vai colocar esse dinheiro”, disse.

Fábio ressaltou que o Auxílio Emergencial é uma forma encontrada pela União para repor a perda de arrecadação sofrida pelas prefeituras e pelos Estados, em razão da diminuição da atividade econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus.

“Não é um dinheiro novo porque a nossa receita está com tendência de queda, então está havendo uma diminuição da receita da Prefeitura. Os repasses que a gente recebe têm vindo a menor. Então esse dinheiro vem para suprir essa deficiência [e] para que gente não tenha que parar os serviços essenciais”, explicou.

O prefeito lembrou que, embora algumas atividades, como a Educação, estejam paradas devido à Covid-19, a Administração continua tendo gastos que precisão ser custeados. “Então é para isso que está vindo esse dinheiro. Não é um dinheiro extra”, disse, ressaltando que, sendo necessário, o Município aplicará uma parte maior do Auxílio Emergencial na saúde, principalmente no tratamento da Covid-19.

Fábio esclareceu também que, sendo possível os recursos poderão ser utilizados para investimentos em infraestrutura ou aquisição de bens e de serviços. “Talvez sobre, e se sobrar, aí a gente vai ver no que a gente aplica. E talvez falte dinheiro. Se faltar, nós vamos ter que ver aonde vamos ter que cortar daquilo que nós estamos fazendo”, alertou.

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